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Líderes da oposição pedem ao MPRJ nova perícia no sistema de gravação da portaria do condomínio de Bolsonaro

Molon e Randolfe afirmam que é preciso resguardar o sistema de grava√ß√£o para que seja afastada qualquer suspeita de manipula√ß√£o de provas. √Āudio é [...]

Por PortalTX em 05/11/2019 às 09:25:48

Molon e Randolfe afirmam que é preciso resguardar o sistema de grava√ß√£o para que seja afastada qualquer suspeita de manipula√ß√£o de provas. √Āudio é evidência, segundo o MP, de que acusados de matar Marielle se encontraram e contradiz porteiro que citou Bolsonaro. Os líderes da oposi√ß√£o no Senado e na C√Ęmara, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) pediram ao Ministério Público do Rio (MPRJ) uma nova perícia no sistema de grava√ß√£o da portaria do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem uma casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Eles afirmaram que é preciso resguardar o sistema de grava√ß√£o para que seja afastada qualquer suspeita de manipula√ß√£o de provas.

No s√°bado (2), sobre o conteúdo dos interfones, o presidente Jair Bolsonaro disse: "Nós pegamos antes que fosse adulterado".

Condomínio Vivendas da Barra, onde Bolsonaro tem casa

Reprodução/TV Globo

Na quarta-feira (30), o MP tinha anunciado que uma perícia realizada naquele mesmo dia desmentia o depoimento do porteiro, que afirmou que um dos suspeitos do assassinato de Marielle Franco, o ex-PM Élcio Queiroz, entrou no condomínio alegando que iria na casa 58, a do presidente. O √°udio mostra que o porteiro interfonou para a casa 65, a de Ronnie Lessa, outro suspeito do crime.

Além disso, o presidente Bolsonaro n√£o estava no Rio. O Jornal Nacional mostrou, j√° na ter√ßa-feira (29), que ele estava em Brasília, em atividades na C√Ęmara.

Pedido de cassação a Eduardo Bolsonaro

O partido Rede também entrou, nesta segunda, no Conselho de Ética da C√Ęmara com pedido de cassa√ß√£o do mandato do deputado Eduardo Bolsonaro, líder do PSL.

De acordo a rede, o deputado quebrou o decoro parlamentar ao dizer que, se a esquerda radicalizar, a resposta do governo pode ser um novo AI-5, um dos principais atos de repress√£o da ditadura.

O deputado j√° se desculpou pela referência ao ato da ditadura e disse que, de qualquer forma, parlamentares têm imunidade para manifestar suas opini√Ķes livremente.

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Fonte: G1

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