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Novos iPhone 11 chegam ao Brasil; veja primeiras impressões

Novos modelos chegam por valores menores do que em 2018, mas preços ainda são altos. Novos iPhones 11 e 11 Pro chegam ao Brasil nesta sexta-feira (18).Fabio Tito/G1Os novos [...]

Por PortalTX em 18/10/2019 às 11:52:42

Novos modelos chegam por valores menores do que em 2018, mas preços ainda são altos. Novos iPhones 11 e 11 Pro chegam ao Brasil nesta sexta-feira (18).

Fabio Tito/G1

Os novos modelos de iPhone — 11, 11 Pro e 11 Pro Max — começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18) no Brasil. Eles foram lançados no mês passado na Califórnia em evento da Apple e chegam com certa antecedência ao país, já que, geralmente, os novos modelos só vêm para cá em novembro.

As principais novidades são:

As câmera triplas, restritas às versões mais caras, que permitem gravar em 4K e chamaram atenção durante o lançamento;

O "modo noite", que garante fotos com mais detalhes em lugares com baixa iluminação;

Bateria maior, que durou até 22h no iPhone 11 Pro Max;

O processador A13 Bionic, 20% mais potente do que o anterior e o mais parrudo em smartphones;

Carregador rápido, incluso nas versões mais caras.

Além dos destaques também chamou a atenção o uso do termo "Pro". Antes exclusiva das linhas de Macs, MacBooks e iPads, essa novidade mostra que a empresa quer dar uma cara profissional também para os smartphones. Esses dois modelos contam com tela OLED, de maior definição.

Veja os preços dos novos iPhones no Brasil

iPhone 11 Pro Max tem câmeras triplas de 12 MP

Fabio Tito/G1

iPhone 11 Pro Max

Os iPhone 11 Pro e 11 Pro Max têm telas de 5,8 e 6,5 polegadas, mesmos tamanhos dos antecessores. Essas versões estão disponíveis em quatro cores: verde meia-noite, cinza espacial, dourado e prateado.

A tela do iPhone 11 Pro é OLED, que traz pretos fiéis. A Apple diz que o display tem picos mais brilhantes do que outros smartphones para o usuário que quer ver filmes ou acessar as fotos no celular.

A primeira parte marcante do aparelho é a bateria — que dura até 5 horas a mais em relação ao modelo anterior (XS Max), segundo a Apple.

Nos testes, o aparelho suportou até 22h de uso normal (ligações, redes sociais, algumas fotos), sem precisar ser recarregado e sem ser submetido ao modo de economia de energia.

Com a bateria maior, os modelos Pro também ganharam uma mudança de energia: o carregador ficou mais parrudo. Antes os plugs de iPhone tinham 5W, agora têm 18W na versão Pro, o que permite recargas mais rápidas.

Carregadores nos iPhones 11 Pro têm entrada USB-C e potência de 18W, que permite cargas mais rápidas.

Thiago Lavado/G1

Apesar disso, a Apple não trouxe a entrada do tipo USB-C para o aparelho, como era esperado por muitos usuários, somente para o carregador.

Outra novidade da geração são as fotos com maior definição no escuro, com o "modo noite" . Ele é ativado automaticamente quando a câmera detecta ambientes com pouca luz e define um "tempo de exposição" da fotografia, em que o aparelho faz várias imagens durante alguns segundos e depois junta todas elas numa única imagem que é salva.

Com as três câmeras, também há mais opções para o enquadramento das imagens e a possibilidade de gravar em 4K em até 60 FPS. O aparelho conta com uma grande-angular, uma ultra grande-angular e uma telefoto — todas com 12 MP. A câmera frontal também consegue ter uma angulação maior na hora de fazer a selfie, permitindo incluir mais pessoas na foto em grupo.

Os modelos são salgados já no Pro mais barato (começa por R$ 6.999), que tem 64GB. Esse armazenamento pode ser um problema justamente para usuários profissionais, que precisem filmar e fazer muitas fotos em alta definição.

iPhones 11 e 11 Pro Max

Fabio Tito/G1

iPhone 11

Este ano, o smartphone "de entrada" da Apple se chama iPhone 11. São seis opções de cores: roxo, verde, amarelo, preto, branco e vermelho. Em relação ao iPhone XR — modelo de entrada da geração anterior e o iPhone que mais vendeu no ano passado — o 11 ganha uma segunda câmera.

Em vez da tela OLED da linha Pro, a Apple coloca uma tela LCD de 6,1 polegadas (mesma do XR), que ela chama de Liquid Retina e não tem resolução 1080p. Apesar disso, o brilho é alto e não há prejuízo nos ângulos de visão.

Esse modelo não tem a terceira câmera, telefoto, dos 11 Pro e 11 Pro Max, mas conta com as principais características da linha profissional: as lentes de 12MP que gravam até em 4K, o processador A13 Bionic e suporte ao carregamento rápido e wireless.

Com uma lente grande-angular e outra ultra-grande-angular é possível fazer modo retrato de pessoas, objetos e animais. Na geração anterior, o XR fazia modo retrato com um software (que só reconhecia pessoas), já que não tinha a câmera extra.

O modo noite, para fotos com baixa iluminação, também está presente e não perde em relação aos Pro.

Avenida Paulista no modo noite, clicada com o novo iPhone 11 Pro Max.

Thiago Lavado/G1

O iPhone 11 tem uma bateria que, segundo a Apple, dura uma hora a mais que o iPhone XR. O lado ruim, é que a empresa deixou o mesmo carregador de 5W dos anos anteriores, tornando o carregador rápido um acessório vendido à parte.

Nos testes, foi possível chegar perto de 18 horas com ele longe da tomada em um uso normal: ligações, redes sociais, algumas fotos e até jogos. Também não foi utilizado o modo de economia de energia.

O iPhone 11 teve uma redução de R$ 200 em relação ao valor de lançamento do iPhone XR, no armazenamento de 64GB. Apesar disso, é considerado insuficiente por alguns usuários. Grande parte dos smartphones topo de linha Android oferecem logo de cara o armazenamento a partir de, pelo menos, 128GB.

Os novos iPhone trazem recursos que já existem em modelos mais caros de Android, como fotos mais nítidas à noite e o carregador rápido já incluso. Mas mantêm o padrão de velocidade dos processadores Apple, que ainda não enfrentam comparativo.

Veja os preços da nova geração:

iPhone 11

64 GB, por R$ 4.999

128 GB, por R$ 5.299

256 GB, por R$ 5.799

iPhone 11 Pro

64GB, por R$ 6.999

256GB, por R$ 7.799

512GB, por R$ 8.999

iPhone 11 Pro Max

64GB, por R$ 7.599

256GB, por R$8.399

512GB, por R$ 9.599

Veja o comparativo do iPhone 11 Pro com concorrentes vendidos no Brasil.

Roberta Jaworski/G1

Fonte: G1

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